O sopro de vida,
Que decerto se fez sentir,
Condena-se a uma desgraça,
Demonstrando ao seu cerco,
Uma ânsia de partir.
A face derrubada,
No mais vasto sofrimento,
Constitui inúteis lágrimas,
Escorrendo violentamente,
Pelo canto do tormento.
A tristeza que se espalha,
Numa fúria contornada,
Interioriza a febre imunda,
Conduzindo-a sem piedade,
Até uma morte profunda.
terça-feira, 8 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
ACTO IMPERDOÁVEL
O esforço de um indivíduo,
Concentrado na sua bravura,
Determina a desilusão,
Que na vasta brutalidade,
Conduz uma tremenda loucura.
A porção de coragem,
Expressada num belo olhar,
Perde a sua dimensão,
Transformando o seu cerco,
Numa rara assombração.
Se decerto falhou a vida,
Com tamanha inconsequência,
Levai a sua alma,
Consumindo o seu orgulho
E provando a sua inocência!
Concentrado na sua bravura,
Determina a desilusão,
Que na vasta brutalidade,
Conduz uma tremenda loucura.
A porção de coragem,
Expressada num belo olhar,
Perde a sua dimensão,
Transformando o seu cerco,
Numa rara assombração.
Se decerto falhou a vida,
Com tamanha inconsequência,
Levai a sua alma,
Consumindo o seu orgulho
E provando a sua inocência!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
PERDIÇÃO
Luz deserta majestosa,
Que inspira bons sabores,
Surge em busca de fantasia,
No calor da revolução,
Propagando inúmeros horrores.
Gira em torno do seu ego,
Com tamanha seriedade,
Amealhando o seu conjunto,
De frieza e instabilidade.
Todavia possui amor,
Que se espalha numa ferida,
E na hora de ser sarada,
Permanece pálida e ressequida.
O que outrora fora valorizado,
Interliga-se com a fraqueza,
Na ânsia de reconquistar,
Um tesouro perdido,
Da mais súbita realeza!
Que inspira bons sabores,
Surge em busca de fantasia,
No calor da revolução,
Propagando inúmeros horrores.
Gira em torno do seu ego,
Com tamanha seriedade,
Amealhando o seu conjunto,
De frieza e instabilidade.
Todavia possui amor,
Que se espalha numa ferida,
E na hora de ser sarada,
Permanece pálida e ressequida.
O que outrora fora valorizado,
Interliga-se com a fraqueza,
Na ânsia de reconquistar,
Um tesouro perdido,
Da mais súbita realeza!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
ASSOMBRAÇÃO
Contornando longas travessias,
Demarcadas num vasto nevoeiro,
Preenchidas tempestuosamente,
No sabor da destruição,
De um percurso traiçoeiro.
Clamar pela justiça,
Que passando despercebida,
Denomina a faceta,
Destroçada e inofensiva,
Na imensa escuridão.
A ganância de triunfar,
Consumida levemente,
Ergue a sua fragilidade,
Aguerrida e limitada,
Por tamanha crueldade!
Demarcadas num vasto nevoeiro,
Preenchidas tempestuosamente,
No sabor da destruição,
De um percurso traiçoeiro.
Clamar pela justiça,
Que passando despercebida,
Denomina a faceta,
Destroçada e inofensiva,
Na imensa escuridão.
A ganância de triunfar,
Consumida levemente,
Ergue a sua fragilidade,
Aguerrida e limitada,
Por tamanha crueldade!
terça-feira, 27 de março de 2012
LIÇÃO DE VIDA
Conduzido na súbita ambição,
De obter uma justa vida,
Expande-se a pura realidade,
Que deteriorada com sucesso,
Ilustra uma causa perdida.
O que outrora fora invulgar,
Permanece relançado,
Demonstrando aos demais,
O seu ser iluminado.
Tal força é realçada,
Numa fraqueza sobrevoada.
Superar a dificuldade,
Com tamanha ironia,
Representa a pluralidade,
No apelo a sentimentos,
De carácter e sabedoria!
De obter uma justa vida,
Expande-se a pura realidade,
Que deteriorada com sucesso,
Ilustra uma causa perdida.
O que outrora fora invulgar,
Permanece relançado,
Demonstrando aos demais,
O seu ser iluminado.
Tal força é realçada,
Numa fraqueza sobrevoada.
Superar a dificuldade,
Com tamanha ironia,
Representa a pluralidade,
No apelo a sentimentos,
De carácter e sabedoria!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
DOCE IRMANDADE
Numa longa noite de Inverno,
Cintila uma nova estrela,
Que no seu leito de repouso,
Ergue um coração eterno.
Concedida a travessia,
Num mar tempestuoso,
Fortaleço o seu carácter,
De um modo puro e bondoso.
Somos fruto de um sentimento,
Dominante e glamoroso,
Numa súbita seriedade,
Com tamanha supremacia.
Saúdem a doce irmandade!
Cintila uma nova estrela,
Que no seu leito de repouso,
Ergue um coração eterno.
Concedida a travessia,
Num mar tempestuoso,
Fortaleço o seu carácter,
De um modo puro e bondoso.
Somos fruto de um sentimento,
Dominante e glamoroso,
Numa súbita seriedade,
Com tamanha supremacia.
Saúdem a doce irmandade!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
INVISIBILIDADE
O repouso de uma nobre alma,
Sobrecarregada de emoções,
É o alvo de uma interferência,
Que na busca de uma resposta,
Desenvolve a sua ciência.
Apelar à sinceridade,
De um modo experimental,
Inspira a insuficiência,
Numa longa tentativa,
De encontrar a liberdade.
Os segredos não revelados,
Na ânsia de se expandirem,
Arruinam a felicidade,
Que passando despercebida,
Encurta uma justa vida.
Sobrecarregada de emoções,
É o alvo de uma interferência,
Que na busca de uma resposta,
Desenvolve a sua ciência.
Apelar à sinceridade,
De um modo experimental,
Inspira a insuficiência,
Numa longa tentativa,
De encontrar a liberdade.
Os segredos não revelados,
Na ânsia de se expandirem,
Arruinam a felicidade,
Que passando despercebida,
Encurta uma justa vida.
domingo, 1 de janeiro de 2012
O JULGAMENTO FINAL
O que namora uma vida,
Senão manchas de um esforço intenso,
Onde o amor ensaia a sua partida,
Que na sua longa travessia,
Desfaz o que eu mais desejaria.
A sua rédea de esperança,
Loucamente perturbada,
É uma nuvem descaída,
De eterna passagem.
O pesar de uma estranha aragem.
Eis a tão aguardada sentença,
Precavida com brutalidade,
Trespassando uma inútil coragem:
Hoje sóis poeta de génio,
Descarregando sentimentos,
Mas fazeis a vossa história,
Consoante os seus tormentos!
Senão manchas de um esforço intenso,
Onde o amor ensaia a sua partida,
Que na sua longa travessia,
Desfaz o que eu mais desejaria.
A sua rédea de esperança,
Loucamente perturbada,
É uma nuvem descaída,
De eterna passagem.
O pesar de uma estranha aragem.
Eis a tão aguardada sentença,
Precavida com brutalidade,
Trespassando uma inútil coragem:
Hoje sóis poeta de génio,
Descarregando sentimentos,
Mas fazeis a vossa história,
Consoante os seus tormentos!
domingo, 11 de dezembro de 2011
DESPEDIDA TENEBROSA
Rastejando a minha sombra,
Sobre a luz da paixão,
Sou cegado e despejado,
Na mais vasta solidão,
Que dilata a minha desgraça.
O meu sangue derramado,
Com tremenda violência,
Escorre nos mais vastos caminhos,
De loucura e sofrimento,
Desprezando a minha pura inocência.
A luta duradoura,
Repleta de sinceridade,
É o fracasso de uma vida,
Entregue à saudade.
Coração sem emoção,
Tristeza acumulada,
São as marcas de uma ferida,
Incapaz de ser sarada.
A morte aguarda a minha chegada.
Sobre a luz da paixão,
Sou cegado e despejado,
Na mais vasta solidão,
Que dilata a minha desgraça.
O meu sangue derramado,
Com tremenda violência,
Escorre nos mais vastos caminhos,
De loucura e sofrimento,
Desprezando a minha pura inocência.
A luta duradoura,
Repleta de sinceridade,
É o fracasso de uma vida,
Entregue à saudade.
Coração sem emoção,
Tristeza acumulada,
São as marcas de uma ferida,
Incapaz de ser sarada.
A morte aguarda a minha chegada.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
REINO PARADISÍACO
Indivíduo aprisionado,
Esmagado num falso repouso,
Anseia pela liberdade
Que na sua hora tardia,
Eleva o seu gesto poderoso!
O brilho que se espalha,
No seu mundo dividido,
Cobre o seu doce coração,
Apelando a uma nova reunião.
O tempo outrora perdido
Alegremente recuperado.
Eis a deusa da beleza,
Que da sua enorme bondade,
O acolhe ansiosamente.
A força do amor,
Persiste eternamente!
Esmagado num falso repouso,
Anseia pela liberdade
Que na sua hora tardia,
Eleva o seu gesto poderoso!
O brilho que se espalha,
No seu mundo dividido,
Cobre o seu doce coração,
Apelando a uma nova reunião.
O tempo outrora perdido
Alegremente recuperado.
Eis a deusa da beleza,
Que da sua enorme bondade,
O acolhe ansiosamente.
A força do amor,
Persiste eternamente!
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