O grito ensurdecedor,
Sobre a onda de um arrepio,
Deterioriza a felicidade,
Que no súbito momento,
Idealiza um lugar sombrio.
Travessia rodeada,
Pelos múltiplos sabores,
Descaídos sobre a voz,
Possuída de horrores.
As marcas definidas,
No seu meio atenuante,
Simbolizam o vasto medo,
De uma forma aliciante.
Disputando alegremente,
O seu espaço prodigioso,
Representa a sensação,
De frieza e amargura,
Num domínio impiedoso.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
CICLO VICIOSO
A luz congratulante,
Num desejo demolidor,
Representa a chama intensa,
Que na sua simplicidade,
Protagoniza um vasto sabor.
Eis a voz fortalecida,
No despertar da emoção,
Que num corpo venerado,
Ergue a sua imensidão.
Suplicando nas horas vagas,
Por um gesto majestoso,
Determina o sofrimento,
Gentilmente acolhido,
No seu ciclo vicioso.
Num desejo demolidor,
Representa a chama intensa,
Que na sua simplicidade,
Protagoniza um vasto sabor.
Eis a voz fortalecida,
No despertar da emoção,
Que num corpo venerado,
Ergue a sua imensidão.
Suplicando nas horas vagas,
Por um gesto majestoso,
Determina o sofrimento,
Gentilmente acolhido,
No seu ciclo vicioso.
domingo, 14 de outubro de 2012
ILLUSION
The shadows of the moment,
Walking around my past,
Absorb what once was great,
Remind me all the time,
Everything I lost.
Congratulating a heart,
Surrounded by fear,
Reproduce the crushing sounds,
That I will never hear.
So there is the symbol,
Of my radical existence,
The mental confusion,
Constantly falling,
In a perfect illusion.
Walking around my past,
Absorb what once was great,
Remind me all the time,
Everything I lost.
Congratulating a heart,
Surrounded by fear,
Reproduce the crushing sounds,
That I will never hear.
So there is the symbol,
Of my radical existence,
The mental confusion,
Constantly falling,
In a perfect illusion.
sábado, 6 de outubro de 2012
RAÇA ENFURECIDA
Todo o ser inconformado,
Na ânsia de se reencontrar,
É um bocado de pergaminho,
Que na sua fragilidade,
Destrói tudo sem cessar.
Ser a súbita ruína,
Do seu meio atenuante,
Faz de si tamanho herói,
Da desgraça impressionante.
Reluzir-se perante o céu,
Como um chaço dos infernos,
Ergue os longos dissabores,
Demonstrando aos demais,
Os seus novos conquistadores.
Na ânsia de se reencontrar,
É um bocado de pergaminho,
Que na sua fragilidade,
Destrói tudo sem cessar.
Ser a súbita ruína,
Do seu meio atenuante,
Faz de si tamanho herói,
Da desgraça impressionante.
Reluzir-se perante o céu,
Como um chaço dos infernos,
Ergue os longos dissabores,
Demonstrando aos demais,
Os seus novos conquistadores.
sábado, 29 de setembro de 2012
TEMPLO INFERNAL
Semeando os negros rastos,
De uma rara assombração,
Ressuscita o nobre templo,
Que de longe fortalecido,
Ergue a sua imensidão.
Consagrando os seus fiéis,
No tremendo solo ardente,
Extermina os seguidores,
De uma luz incongruente.
O seu povo adormecido,
No cemitério dos prazeres,
Representa a voz sagrada,
De uma morte ensurdecedora,
Loucamente descontrolada!
De uma rara assombração,
Ressuscita o nobre templo,
Que de longe fortalecido,
Ergue a sua imensidão.
Consagrando os seus fiéis,
No tremendo solo ardente,
Extermina os seguidores,
De uma luz incongruente.
O seu povo adormecido,
No cemitério dos prazeres,
Representa a voz sagrada,
De uma morte ensurdecedora,
Loucamente descontrolada!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
PESTE NEGRA
Numa ilustre noite eterna,
Concentrada de maus odores,
Surge o vírus enfurecido,
Demonstrando aos demais,
Os seus múltiplos horrores.
Sua estranha existência,
Fortemente integrada,
Constitui o negro fardo,
De uma vida arruinada.
A desgraça que se espalha,
Numa fraca sociedade
Alimenta o seu carácter,
Que na via da emoção,
Ergue a pura crueldade!
Concentrada de maus odores,
Surge o vírus enfurecido,
Demonstrando aos demais,
Os seus múltiplos horrores.
Sua estranha existência,
Fortemente integrada,
Constitui o negro fardo,
De uma vida arruinada.
A desgraça que se espalha,
Numa fraca sociedade
Alimenta o seu carácter,
Que na via da emoção,
Ergue a pura crueldade!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
DEUSA PAGÃ
Sobre as margens orientais,
Que despertam fervorosamente,
Uma luz se movimenta,
Na ânsia de encontrar,
O seu astro reluzente.
Reestrutura os ideais,
Denominando o seu meio,
Como névoa ressequida,
No mais vasto rodeio.
Os olhares enriquecidos,
No seu templo majestoso,
São a fonte de inspiração,
De um ciclo vicioso.
Eis a pura beleza,
De uma ninfa desejada,
Que na força da natureza,
Acolherá o seu amor,
Sentindo-se afortunada!
Que despertam fervorosamente,
Uma luz se movimenta,
Na ânsia de encontrar,
O seu astro reluzente.
Reestrutura os ideais,
Denominando o seu meio,
Como névoa ressequida,
No mais vasto rodeio.
Os olhares enriquecidos,
No seu templo majestoso,
São a fonte de inspiração,
De um ciclo vicioso.
Eis a pura beleza,
De uma ninfa desejada,
Que na força da natureza,
Acolherá o seu amor,
Sentindo-se afortunada!
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
DOMÍNIO LUNAR
Sobre a pálida luz nocturna,
Denominada beleza pura,
Paira a força imperial,
Que na sua imensidão,
Ergue o espírito imortal.
O que outrora se escondia,
Nos caminhos assombrados,
Constitui uma atracção,
Aos seus olhos ensanguentados.
Não há voz que se intrometa,
Em tamanha crueldade,
Apenas o vasto silêncio,
Que se despe com seriedade.
Criaturas emocionadas,
Pelos gritos ensurdecedores,
Sobrevoam as estrelas,
Que de um modo arrepiante,
Ilustram negros sabores!
Denominada beleza pura,
Paira a força imperial,
Que na sua imensidão,
Ergue o espírito imortal.
O que outrora se escondia,
Nos caminhos assombrados,
Constitui uma atracção,
Aos seus olhos ensanguentados.
Não há voz que se intrometa,
Em tamanha crueldade,
Apenas o vasto silêncio,
Que se despe com seriedade.
Criaturas emocionadas,
Pelos gritos ensurdecedores,
Sobrevoam as estrelas,
Que de um modo arrepiante,
Ilustram negros sabores!
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
SOMBRA IMPIEDOSA
Seguindo os negros rastos,
De uma força esmagadora,
Ressuscita o enorme medo,
Que de modo exuberante,
Revela o seu segredo.
Os prazeres da longa vida,
Percorridos alegremente,
São as chamas infernais,
Que nos cercam dolorosamente.
Eis a mente conturbada,
Pela súbita ambição,
De ceder perante a morte,
Demonstrando aos demais,
Uma vasta solidão!
De uma força esmagadora,
Ressuscita o enorme medo,
Que de modo exuberante,
Revela o seu segredo.
Os prazeres da longa vida,
Percorridos alegremente,
São as chamas infernais,
Que nos cercam dolorosamente.
Eis a mente conturbada,
Pela súbita ambição,
De ceder perante a morte,
Demonstrando aos demais,
Uma vasta solidão!
terça-feira, 8 de maio de 2012
QUEDA FATAL
O sopro de vida,
Que decerto se fez sentir,
Condena-se a uma desgraça,
Demonstrando ao seu cerco,
Uma ânsia de partir.
A face derrubada,
No mais vasto sofrimento,
Constitui inúteis lágrimas,
Escorrendo violentamente,
Pelo canto do tormento.
A tristeza que se espalha,
Numa fúria contornada,
Interioriza a febre imunda,
Conduzindo-a sem piedade,
Até uma morte profunda.
Que decerto se fez sentir,
Condena-se a uma desgraça,
Demonstrando ao seu cerco,
Uma ânsia de partir.
A face derrubada,
No mais vasto sofrimento,
Constitui inúteis lágrimas,
Escorrendo violentamente,
Pelo canto do tormento.
A tristeza que se espalha,
Numa fúria contornada,
Interioriza a febre imunda,
Conduzindo-a sem piedade,
Até uma morte profunda.
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