Luz deserta majestosa,
Que inspira bons sabores,
Surge em busca de fantasia,
No calor da revolução,
Propagando inúmeros horrores.
Gira em torno do seu ego,
Com tamanha seriedade,
Amealhando o seu conjunto,
De frieza e instabilidade.
Todavia possui amor,
Que se espalha numa ferida,
E na hora de ser sarada,
Permanece pálida e ressequida.
O que outrora fora valorizado,
Interliga-se com a fraqueza,
Na ânsia de reconquistar,
Um tesouro perdido,
Da mais súbita realeza!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
ASSOMBRAÇÃO
Contornando longas travessias,
Demarcadas num vasto nevoeiro,
Preenchidas tempestuosamente,
No sabor da destruição,
De um percurso traiçoeiro.
Clamar pela justiça,
Que passando despercebida,
Denomina a faceta,
Destroçada e inofensiva,
Na imensa escuridão.
A ganância de triunfar,
Consumida levemente,
Ergue a sua fragilidade,
Aguerrida e limitada,
Por tamanha crueldade!
Demarcadas num vasto nevoeiro,
Preenchidas tempestuosamente,
No sabor da destruição,
De um percurso traiçoeiro.
Clamar pela justiça,
Que passando despercebida,
Denomina a faceta,
Destroçada e inofensiva,
Na imensa escuridão.
A ganância de triunfar,
Consumida levemente,
Ergue a sua fragilidade,
Aguerrida e limitada,
Por tamanha crueldade!
terça-feira, 27 de março de 2012
LIÇÃO DE VIDA
Conduzido na súbita ambição,
De obter uma justa vida,
Expande-se a pura realidade,
Que deteriorada com sucesso,
Ilustra uma causa perdida.
O que outrora fora invulgar,
Permanece relançado,
Demonstrando aos demais,
O seu ser iluminado.
Tal força é realçada,
Numa fraqueza sobrevoada.
Superar a dificuldade,
Com tamanha ironia,
Representa a pluralidade,
No apelo a sentimentos,
De carácter e sabedoria!
De obter uma justa vida,
Expande-se a pura realidade,
Que deteriorada com sucesso,
Ilustra uma causa perdida.
O que outrora fora invulgar,
Permanece relançado,
Demonstrando aos demais,
O seu ser iluminado.
Tal força é realçada,
Numa fraqueza sobrevoada.
Superar a dificuldade,
Com tamanha ironia,
Representa a pluralidade,
No apelo a sentimentos,
De carácter e sabedoria!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
DOCE IRMANDADE
Numa longa noite de Inverno,
Cintila uma nova estrela,
Que no seu leito de repouso,
Ergue um coração eterno.
Concedida a travessia,
Num mar tempestuoso,
Fortaleço o seu carácter,
De um modo puro e bondoso.
Somos fruto de um sentimento,
Dominante e glamoroso,
Numa súbita seriedade,
Com tamanha supremacia.
Saúdem a doce irmandade!
Cintila uma nova estrela,
Que no seu leito de repouso,
Ergue um coração eterno.
Concedida a travessia,
Num mar tempestuoso,
Fortaleço o seu carácter,
De um modo puro e bondoso.
Somos fruto de um sentimento,
Dominante e glamoroso,
Numa súbita seriedade,
Com tamanha supremacia.
Saúdem a doce irmandade!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
INVISIBILIDADE
O repouso de uma nobre alma,
Sobrecarregada de emoções,
É o alvo de uma interferência,
Que na busca de uma resposta,
Desenvolve a sua ciência.
Apelar à sinceridade,
De um modo experimental,
Inspira a insuficiência,
Numa longa tentativa,
De encontrar a liberdade.
Os segredos não revelados,
Na ânsia de se expandirem,
Arruinam a felicidade,
Que passando despercebida,
Encurta uma justa vida.
Sobrecarregada de emoções,
É o alvo de uma interferência,
Que na busca de uma resposta,
Desenvolve a sua ciência.
Apelar à sinceridade,
De um modo experimental,
Inspira a insuficiência,
Numa longa tentativa,
De encontrar a liberdade.
Os segredos não revelados,
Na ânsia de se expandirem,
Arruinam a felicidade,
Que passando despercebida,
Encurta uma justa vida.
domingo, 1 de janeiro de 2012
O JULGAMENTO FINAL
O que namora uma vida,
Senão manchas de um esforço intenso,
Onde o amor ensaia a sua partida,
Que na sua longa travessia,
Desfaz o que eu mais desejaria.
A sua rédea de esperança,
Loucamente perturbada,
É uma nuvem descaída,
De eterna passagem.
O pesar de uma estranha aragem.
Eis a tão aguardada sentença,
Precavida com brutalidade,
Trespassando uma inútil coragem:
Hoje sóis poeta de génio,
Descarregando sentimentos,
Mas fazeis a vossa história,
Consoante os seus tormentos!
Senão manchas de um esforço intenso,
Onde o amor ensaia a sua partida,
Que na sua longa travessia,
Desfaz o que eu mais desejaria.
A sua rédea de esperança,
Loucamente perturbada,
É uma nuvem descaída,
De eterna passagem.
O pesar de uma estranha aragem.
Eis a tão aguardada sentença,
Precavida com brutalidade,
Trespassando uma inútil coragem:
Hoje sóis poeta de génio,
Descarregando sentimentos,
Mas fazeis a vossa história,
Consoante os seus tormentos!
domingo, 11 de dezembro de 2011
DESPEDIDA TENEBROSA
Rastejando a minha sombra,
Sobre a luz da paixão,
Sou cegado e despejado,
Na mais vasta solidão,
Que dilata a minha desgraça.
O meu sangue derramado,
Com tremenda violência,
Escorre nos mais vastos caminhos,
De loucura e sofrimento,
Desprezando a minha pura inocência.
A luta duradoura,
Repleta de sinceridade,
É o fracasso de uma vida,
Entregue à saudade.
Coração sem emoção,
Tristeza acumulada,
São as marcas de uma ferida,
Incapaz de ser sarada.
A morte aguarda a minha chegada.
Sobre a luz da paixão,
Sou cegado e despejado,
Na mais vasta solidão,
Que dilata a minha desgraça.
O meu sangue derramado,
Com tremenda violência,
Escorre nos mais vastos caminhos,
De loucura e sofrimento,
Desprezando a minha pura inocência.
A luta duradoura,
Repleta de sinceridade,
É o fracasso de uma vida,
Entregue à saudade.
Coração sem emoção,
Tristeza acumulada,
São as marcas de uma ferida,
Incapaz de ser sarada.
A morte aguarda a minha chegada.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
REINO PARADISÍACO
Indivíduo aprisionado,
Esmagado num falso repouso,
Anseia pela liberdade
Que na sua hora tardia,
Eleva o seu gesto poderoso!
O brilho que se espalha,
No seu mundo dividido,
Cobre o seu doce coração,
Apelando a uma nova reunião.
O tempo outrora perdido
Alegremente recuperado.
Eis a deusa da beleza,
Que da sua enorme bondade,
O acolhe ansiosamente.
A força do amor,
Persiste eternamente!
Esmagado num falso repouso,
Anseia pela liberdade
Que na sua hora tardia,
Eleva o seu gesto poderoso!
O brilho que se espalha,
No seu mundo dividido,
Cobre o seu doce coração,
Apelando a uma nova reunião.
O tempo outrora perdido
Alegremente recuperado.
Eis a deusa da beleza,
Que da sua enorme bondade,
O acolhe ansiosamente.
A força do amor,
Persiste eternamente!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
EL PODER DE UNA VIDA
Dias negros e duradouros,
Constituindo outrora a minha tortura,
São pegadas fortemente pisadas,
Pela beleza actualmente aclamada,
Semeando um grau elevado de loucura.
O brilho que se espalha alegremente...
O seu fixo olhar tocante,
Louvada energia contagiante...
...acolhida nos meus braços carinhosamente.
Faz de mim um bravo lutador,
Disposto a morrer por amor,
Erguendo tranquilamente,
As suas doces palavras castelhanas:
Sí tu eres sólo un sueño,
No eres una causa perdida,
Pero en la realidad,
Eres el poder de una vida!
Constituindo outrora a minha tortura,
São pegadas fortemente pisadas,
Pela beleza actualmente aclamada,
Semeando um grau elevado de loucura.
O brilho que se espalha alegremente...
O seu fixo olhar tocante,
Louvada energia contagiante...
...acolhida nos meus braços carinhosamente.
Faz de mim um bravo lutador,
Disposto a morrer por amor,
Erguendo tranquilamente,
As suas doces palavras castelhanas:
Sí tu eres sólo un sueño,
No eres una causa perdida,
Pero en la realidad,
Eres el poder de una vida!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
NATUREZA MÓRBIDA
Entrando no meu interior
Espalhando milhares de sentidos
Está na tua pele aquilo que invejas
Deixando um rasto de luz.
A luz branca se faz eclodir
O vento acalma e a sombra se elastra
A força emerge debaixo da terra
Um adeus invisível me toca.
Os ramos caem como um véu
As raízes correm no chão como um rio
O mais puro verde aqui presente
E a mais bela folha semeada no meio do chão.
Perdido na fantasia
Recolhido ao severo encanto
Que se espalha à luz do dia
Num mundo deveras sumido
Que traduz um enorme olhar iludido.
Escrito por: Rose Richards & Rodrigo Gomes
Espalhando milhares de sentidos
Está na tua pele aquilo que invejas
Deixando um rasto de luz.
A luz branca se faz eclodir
O vento acalma e a sombra se elastra
A força emerge debaixo da terra
Um adeus invisível me toca.
Os ramos caem como um véu
As raízes correm no chão como um rio
O mais puro verde aqui presente
E a mais bela folha semeada no meio do chão.
Perdido na fantasia
Recolhido ao severo encanto
Que se espalha à luz do dia
Num mundo deveras sumido
Que traduz um enorme olhar iludido.
Escrito por: Rose Richards & Rodrigo Gomes
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