O esforço de um indivíduo,
Concentrado na sua bravura,
Determina a desilusão,
Que na vasta brutalidade,
Conduz uma tremenda loucura.
A porção de coragem,
Expressada num belo olhar,
Perde a sua dimensão,
Transformando o seu cerco,
Numa rara assombração.
Se decerto falhou a vida,
Com tamanha inconsequência,
Levai a sua alma,
Consumindo o seu orgulho
E provando a sua inocência!
terça-feira, 24 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
PERDIÇÃO
Luz deserta majestosa,
Que inspira bons sabores,
Surge em busca de fantasia,
No calor da revolução,
Propagando inúmeros horrores.
Gira em torno do seu ego,
Com tamanha seriedade,
Amealhando o seu conjunto,
De frieza e instabilidade.
Todavia possui amor,
Que se espalha numa ferida,
E na hora de ser sarada,
Permanece pálida e ressequida.
O que outrora fora valorizado,
Interliga-se com a fraqueza,
Na ânsia de reconquistar,
Um tesouro perdido,
Da mais súbita realeza!
Que inspira bons sabores,
Surge em busca de fantasia,
No calor da revolução,
Propagando inúmeros horrores.
Gira em torno do seu ego,
Com tamanha seriedade,
Amealhando o seu conjunto,
De frieza e instabilidade.
Todavia possui amor,
Que se espalha numa ferida,
E na hora de ser sarada,
Permanece pálida e ressequida.
O que outrora fora valorizado,
Interliga-se com a fraqueza,
Na ânsia de reconquistar,
Um tesouro perdido,
Da mais súbita realeza!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
ASSOMBRAÇÃO
Contornando longas travessias,
Demarcadas num vasto nevoeiro,
Preenchidas tempestuosamente,
No sabor da destruição,
De um percurso traiçoeiro.
Clamar pela justiça,
Que passando despercebida,
Denomina a faceta,
Destroçada e inofensiva,
Na imensa escuridão.
A ganância de triunfar,
Consumida levemente,
Ergue a sua fragilidade,
Aguerrida e limitada,
Por tamanha crueldade!
Demarcadas num vasto nevoeiro,
Preenchidas tempestuosamente,
No sabor da destruição,
De um percurso traiçoeiro.
Clamar pela justiça,
Que passando despercebida,
Denomina a faceta,
Destroçada e inofensiva,
Na imensa escuridão.
A ganância de triunfar,
Consumida levemente,
Ergue a sua fragilidade,
Aguerrida e limitada,
Por tamanha crueldade!
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